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O Clã, de Pablo Trapero, é o novo sucesso do cinema argentino

26 de outubro de 2015 – 16:07 Comente | 699 views

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O Clã, de Pablo Trapero, é o novo sucesso do cinema argentino

Enviado por em 26 de outubro de 2015 – 16:07Comente | 699 views

fc62f084ea269e7c3a4ecd57056f225eSe existe um cinema que nos tem presenteado com histórias envolventes e bem narradas já há algum tempo, é o argentino. E não há como falar sobre a sétima arte dos nossos hermanos sem citar Pablo Trapero. Quem não se encantou com Família rodante (2004) ou não se incomodou com Leonera (2008) – só para citar algumas produções famosas do diretor argentino?

E o que o cinema argentino e Trapero têm em comum, além do óbvio, é a capacidade de envolver o espectador em suas histórias muito bem contadas. Missão nada impossível para uma nação que tem escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cortázar em sua cultura.

Pablo Trapero é, sem dúvida, um dos maiores nomes do cinema argentino. A probabilidade de alguém sair intacto da exibição de um de seus filmes é mínima. Suas produções podem ser surpreendentes, incômodas, detalhistas, mas com um lirismo latente muito próprio.

Este ano, Trapero apresentou seu mais novo filme, O clã, na competição do Festival de Veneza. E não foi surpresa que tenha ganhado o Leão de Prata de melhor direção no festival. O filme também bateu o recorde de bilheteria em estreias do cinema argentino, com mais de 500 mil ingressos vendidos no primeiro fim de semana, superando o elogiado Relatos selvagens. A produção concentrou 53% das bilheterias das salas argentinas, superando blockbustershollywoodianos como Missão: impossível – nação secreta.

Alguns elementos ajudam a entender o sucesso de O clã em sua terra natal, como a popularidade dos atores do filme e da família Puccio, cuja história é contada na tela – um caso real que chocou a alta sociedade portenha. Mas o fato do filme ter sido dirigido por Trapero também é um peso significativo nessa balança.

Os Puccio eram uma família de classe média que tinha por hábito sequestrar pessoas ricas, pedir o resgate e, ao receber o pagamento, matar as suas vítimas. O patriarca, Arquimedes, comandava as operações ao lado do filho Alejandro, enquanto sua esposa e as filhas fingiam ignorar o que acontecia à sua volta. Mas as coisas mudam de figura quando um filho distante volta da Austrália, criando novas tensões familiares.

 

Por Fernando Flack – Festival do Rio

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